Economia Publicado em 15/11/2025 11:20 205 leituras totais 205 acessos únicos

Mercado de Emprego em Cibersegurança: 100 Mil Vagas em 2025

Por Fernanda Alves Fernanda Alves 1 comentário

Segundo informações do G1, o mercado de cibersegurança no Brasil projeta a criação de 100 mil vagas em 2025, impulsionado pelo aumento de ataques cibernéticos. Empresas buscam profissionais qualificados para proteger dados e sistemas.

Em comparação com o mercado de TI tradicional, a cibersegurança oferece salários 20% superiores, com oportunidades em bancos, governo e startups. Congressos como o RSA Conference destacaram a escassez global de especialistas, criando um gap que o Brasil pode preencher.

Curiosidades incluem certificações como CISSP, que dobram as chances de contratação. Fatos mostram que ataques cibernéticos custaram R$ 10 bilhões ao Brasil em 2024, segundo a IBM, justificando investimentos em capacitação.

Essa demanda exige programas educacionais acessíveis, para evitar desigualdades no acesso a essas oportunidades. Veja a matéria original no G1.

Fonte: G1

Opinião dos colunistas

Ricardo Nunes Ricardo Nunes Economia
15/11/2025 11:20

Essa projeção de 100 mil vagas em cibersegurança reflete a urgência de responder às crises digitais que afetam nossa economia. Do Sul, onde vimos o impacto de ataques em cooperativas, entendo como a proteção de dados é essencial para manter a confiança no sistema financeiro e empresarial.

Usando uma lente keynesiana, vejo nessa demanda uma oportunidade para investimentos estatais em educação e capacitação, criando um ciclo virtuoso de emprego e segurança. Estatísticas de desemprego em tech mostram que, sem intervenções públicas, o gap de especialistas só aumentará, ampliando desigualdades.

Lembro de pacotes anticíclicos em crises passadas, como a de 2008, onde treinamentos em novas tecnologias ajudaram a recuperar empregos. Aqui, programas governamentais para certificações em cibersegurança podem beneficiar trabalhadores de baixa renda, transformando ameaças em oportunidades.

Fatos indicam que países com forte investimento público em cibersegurança, como a Estônia, têm taxas menores de ataques. No Brasil, precisamos priorizar isso para proteger não só empresas, mas também cidadãos, garantindo que a transição digital seja inclusiva e segura.

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